LIMPEZA
ADMINISTRADOR
VAI CUMPRIR O REGULAMENTO PARA MANTER O CEMITÉRIO LIMPO.
Blog, em 10/04/2014, de Arapongas
Com O Popular Arapongas
Com O Popular Arapongas
Olívio
Rissato Garbin administrador do cemitério municipal de Arapongas
assumiu o cargo há cerca de 60 dias e de início passou a efetuar
algumas modificações no setor externo e interno. Do interior do
cemitério já foram retirados cerca de 15 toneladas de lixo, oriundo
de flores, galhos, velas, matos e restos de construções de reformas
dos túmulos.
Segundo
Garbim, ao assumir, notando a falta de equipe para trabalhar, a
primeira medida tomada por ele foi de unir os funcionários da ativa
e pedir a colaboração para a limpeza do cemitério. Todos
concordaram, e pedreiros, garis e coveiros uniram-se em mutirão e
hoje o cemitério está praticamente limpo. "É claro que ainda
falta alguma coisa, mas já melhoramos muito o aspecto do cemitério",
destacou.
Ele
mencionou ainda a dificuldade da administração em contratar
funcionários. Esta semana eram aguardados três concursados e apenas
um apareceu. "Está difícil contratar alguém para o cemitério.
Eles passam no concurso, mas não querem assumir", lamentou.
Os
dois banheiros que estavam fechados até o final do ano, já foram
abertos ao público e estão sendo mantidos com o maior asseio. A
Capela Mortuária que havia sido reformada na administração
anterior, recebeu letreiros indicando o local.
Garbin
adiantou ainda que está procurando cumprir o regulamento do
cemitério, um documento com vários itens e que aplicados na sua
íntegra, melhorará sem dúvida alguma o visual do cemitério de
Arapongas. Ele chamou os pedreiros, os funcionários e as mulheres
que limpam os túmulos e falou sobre o regulamento e pediu a
colaboração deles para manter o interior do cemitério limpo e
asseado. "Todos que aqui trabalham estão colaborando e usando o
bom senso. Para nós foi muito boa esta união", ressaltou. O
único problema que ele está enfrentando atualmente é com o
mosquito da dengue. Mas em breve, esta situação será solucionada,
garante ele, mesmo porque tem que haver a compreensão das pessoas
para o perigo que vasos e plásticos representam para a população.
"Eles objetos podem aninhar os mosquitos e propagar a doença",
finalizou.


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