SAÚDE
O atendimento em saúde visa o fortalecimento e reintegração na vida social
ASSECOM, 03.02.2014 - Imprensa PMA
Tendo em vista o andamento do processo de implantação de dois Centros de Atenção Psicossocial em Arapongas (CAPS II e CAPS ad II), a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS), promoveu na quinta-feira, 30, um encontro onde foram abordados assuntos relacionados às atribuições destas modalidades de serviço, que passarão a ser oferecidas pelo município.
Participaram o secretário de Saúde, Alcides Livrari Junior, o prefeito Padre Beffa, a coordenadora regional de Saúde Mental da 16 Regional de Saúde, Ângela Blanski e Angélica Delmonaco, coordenadora de Saúde Mental da SEMUS.
CAPS II
Segundo Ângela Blanski, o modelo CAPS II é um lugar de referência e tratamento para pessoas em sofrimento psíquico ou transtorno mental, cuja severidade e/ou persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado integral. O CAPS II realiza atendimento interdisciplinar e psicossocial.
CAPS II ad
Já o CAPS ad II atua no tratamento de pessoas portadoras de transtornos mentais decorrentes do uso/abuso e dependência de àlcool e outras drogas, tendo por finalidade o atendimento à população, que apresenta transtornos decorrentes destas substâncias.“O tratamento basicamente visa a construção da autonomia do indivíduo, fortalecendo-o para que possa fazer as escolhas adequadas para sua vida e integrá-lo em seu meio social”, explicou a coordenadora
Participaram o secretário de Saúde, Alcides Livrari Junior, o prefeito Padre Beffa, a coordenadora regional de Saúde Mental da 16 Regional de Saúde, Ângela Blanski e Angélica Delmonaco, coordenadora de Saúde Mental da SEMUS.
CAPS II
Segundo Ângela Blanski, o modelo CAPS II é um lugar de referência e tratamento para pessoas em sofrimento psíquico ou transtorno mental, cuja severidade e/ou persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado integral. O CAPS II realiza atendimento interdisciplinar e psicossocial.
CAPS II ad
Já o CAPS ad II atua no tratamento de pessoas portadoras de transtornos mentais decorrentes do uso/abuso e dependência de àlcool e outras drogas, tendo por finalidade o atendimento à população, que apresenta transtornos decorrentes destas substâncias.“O tratamento basicamente visa a construção da autonomia do indivíduo, fortalecendo-o para que possa fazer as escolhas adequadas para sua vida e integrá-lo em seu meio social”, explicou a coordenadora
